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	<title>Distópico</title>
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	<description>Na teoria a prática é outra</description>
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		<title>Sobre Bloom, Feynman e a educação no Brasil</title>
		<link>http://blog.distopico.org/2010/01/28/sobre-bloom-feynman-e-a-educacao-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 09:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edgard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Feyman]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente li a seguinte notícia: Relatório da Unesco diz que Brasil tem baixos índices na educação básica
Infelizmente nada disso é novo, logo lembrei do relato do físico, ganhador do prêmio Nobel em 1965, Richard Feynman no seu livro &#8220;O senhor está brincando, Sr. Feynman?: As estranhas aventuras de um físico&#8220;. O trecho em questão (que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente li a seguinte notícia: <a title="Relatório da Unesco diz que Brasil tem baixos índices na educação básica" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u681846.shtml" target="_blank">Relatório da Unesco diz que Brasil tem baixos índices na educação básica</a></p>
<p>Infelizmente nada disso é novo, logo lembrei do relato do físico, ganhador do prêmio Nobel em 1965, Richard Feynman no seu livro &#8220;<a title="O senhor está brincando, sr. Feynman?: As estranhas aventuras de um físico" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=198559&amp;PAC_ID=25367">O senhor está brincando, Sr. Feynman?: As estranhas aventuras de um físico</a>&#8220;. O trecho em questão (que vale a pena ser lido) pode ser encontrado <a title="PET-Física/UEL" href="http://www.uel.br/cce/fisica/pet/Ensino%20de%20F%EDsica%20no%20Brasil%20segundo%20Richard%20Feynman.pdf" target="_blank">aqui</a>. O relato do texto data da década de 50, porém ainda retrata a atual maneira como se ensina/aprende ciência no Brasil.</p>
<p>Infelizmente não somos ensinados para entendermos e utilizarmos a ciência, e sim para usá-la no papel, de preferência em provas que &#8220;medem&#8221; o seu conhecimento, e para tanto devem ser as mais difíceis possíveis. Um reflexo disso, é que temos &#8220;cursos preparatórios&#8221; que ensinam como passar em diversas provas. Uma busca simples no google devolve 1,180,000 resultados, entre provas, concursos, certificações, vestibular, escolas especializadas, &#8230;</p>
<p>Algo que eu aprendi enquanto estudava no <a title="Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada" href="http://www.impa.br">IMPA</a> é que provas devem ser as mais simples possíveis, pois só assim você pode garantir que alguém sabe, ou não o conteúdo que deveria. Numa prova complicada se alguém dá a resposta errada muitas vezes não é possível distinguir se o problema é a falta de entendimento do assunto em si, ou da falta de entendimento de toda a dificuldade criada em torno do assunto.</p>
<p>Refletindo sobre o tema, e lembrando de algumas discussões antigas sobre pedagogia, lembrei-me da Taxonomia de Bloom, que organiza os níveis de conhecimentos cognitivos de maneira ordenada. A ordem é a seguinte:</p>
<ol>
<li>Lembrar</li>
<li>Entender</li>
<li>Aplicar</li>
<li>Analisar</li>
<li>Avaliar</li>
<li>Criar</li>
</ol>
<p>O interessante é que para motivos de &#8220;prova&#8221;, precisamos apenas dos primeiros dois níveis: Lembrar e Entender. E é exatamente aí onde para o ensino brasileiro. Ou alguém lembra da aplicabilidade de matrizes, movimentos ondulatórios, briófitas, prosopopéias e afins? Acho que não. E não é por que essas assuntos são &#8220;inúteis&#8221; que não vemos sua aplicabilidade, o que acontece é exatamente o contrário, como não vemos a aplicabilidade, temos a visão que isso é inútil.</p>
<p>Por mais simples que possa paracer, esse problema acaba se refletindo em vários aspectos do nosso dia a dia. Quantas vezes você já se deparou com um problema, foi ao google, achou a resposta, entendeu e parou por aí? E dias depois um problema semelhante apareceu e você não conseguiu resolver, foi procurar novamente aquela mesma solução que já deveriamos ter aprendido na primeira vez. Bom, talvez isso reflita a forma como você sempre aprendeu as coisas.</p>
<p>Talvez seja a hora de começarmos a rever nossa maneira de aprender.</p>
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		<title>Voltando a escrever</title>
		<link>http://blog.distopico.org/2008/06/10/voltando-a-escrever/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 00:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edgard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[lua]]></category>
		<category><![CDATA[luaeclipse]]></category>
		<category><![CDATA[rails]]></category>
		<category><![CDATA[rest]]></category>

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		<description><![CDATA[Após um tempo sem escrever, algumas palavras:

Fiquei apenas com o notebook por enquanto, o desktop parece que queimou a fonte &#8230; O que me rendeu inúmeros problemas.
No momento estou trabalhando num projeto, então meu tempo para escrever diminuiu.
Fim de semestre pra quem estuda é sempre complicado, e comigo não é diferente.
Estou brigando feio com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após um tempo sem escrever, algumas palavras:</p>
<ul>
<li>Fiquei apenas com o notebook por enquanto, o desktop parece que queimou a fonte &#8230; O que me rendeu inúmeros problemas.</li>
<li>No momento estou trabalhando num projeto, então meu tempo para escrever diminuiu.</li>
<li>Fim de semestre pra quem estuda é sempre complicado, e comigo não é diferente.</li>
<li>Estou brigando feio com a <acronym title="Abstract Syntax Tree">AST</acronym> de <a href="http://www.lua.org/">Lua</a> para adaptar nos moldes do <a href="http://www.eclipse.org/dltk/"><span class="caps">DLTK</span></a> </li>
<li>Já que eu fiz o comentário, quem puder dê uma olhada no projeto <a href="http://luaeclipse.luaforge.net/">LuaEclipse</a> é uma <acronym title="Integrated Development Enviroment">IDE</acronym> para <a href="http://www.lua.org/">Lua</a> uma linguagem brasileira, que não deve nada para as linguagens atuais, só pra ter uma idéia ela é usada no <a href="http://www.worldofwarcraft.com">World of Warcraft</a> e também pela <a href="http://www.adobe.com/">Adobe</a> &#8230; Pronto, já fiz minha propaganda.</li>
</ul>
<p>Mas as boas novas. O que vem por aí?</p>
<ul>
<li>Vou continuar a série de explicações sobre <span class="caps">REST</span>, e colocarei um exemplo prático.</li>
<li>Ainda sobre <acronym title="Representational State Transfer">REST</acronym>, alguns tutoriais de <a href="http://rubyonrails.com/">Ruby on Rails</a>, que é o framework que eu conheço que tem melhor suporte a <acronym title="Representational State Transfer">REST</acronym>.</li>
<li>Estou trabalhando num projeto de tradução de livros, é bem interessante, estou precisando de ajuda, mais detalhes em breve.</li>
<li>Consegui uma conta para teste da nova hospedagem de <a href="http://rubyonrails.com/">Ruby on Rails</a> da <a href="http://www.locaweb.com.br/">Locaweb</a> então como eu critiquei a hospedagem anterior, logo eu publicarei o que eu achei para ser justo.</li>
</ul>
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		<title>O assunto da vez é tradução</title>
		<link>http://blog.distopico.org/2008/05/21/o-assunto-da-vez-e-traducao/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 May 2008 03:56:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edgard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[padrão]]></category>
		<category><![CDATA[tradução]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom, depois de traduzir um artigo, e conhecer a incrível tradução de Machado de Assis para o &#8230; português, o assunto de hoje é tradução.
Poderia falar horas sobre isso, mas o foco aqui será apenas na tradução de uma palavra, que os desenvolvedores fazem (ou fizeram, ou ainda farão) confusão. A razão é que em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, depois de traduzir um <a href="http://distopico.wordpress.com/traducao-de-how-i-explained-rest-to-my-wife/">artigo</a>, e conhecer a incrível <a href="http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/post.asp?t=a_primeira_traducao_de_machado_de_assis_para_portugues&amp;cod_Post=102805&amp;a=96">tradução de Machado de Assis para o &#8230; português</a>, o assunto de hoje é tradução.</p>
<p>Poderia falar horas sobre isso, mas o foco aqui será apenas na tradução de uma palavra, que os desenvolvedores fazem (ou fizeram, ou ainda farão) confusão. A razão é que em alguns posts que estão por vir essa confusão pode acontecer.</p>
<p><em>PADRÃO</em> é uma palavra das mais usadas atualmente, na área de informática . A confusão acontece pois duas palavras em inglês têm a mesma tradução <em>pattern</em> e <em>standard</em>, ambas são &#8220;padrão&#8221;, mas são &#8220;padrões&#8221; diferentes e por favor não os confunda, pode ser prejudicial a você.</p>
<p>Agora vamos a semantica da confusão. O padrão &#8220;standard&#8221;, como em &#8220;webstandard&#8221;, como os padrões da <a href="http://www.w3.org/"><abbr title="World Wide Web Consortium">w3c</abbr></a> significa uma norma, ou um padrão de qualidade. Como exemplo temos, o padrão de qualidade do <a href="http://www.inmetro.gov.br/">inmetro</a> ou as chaves de boca e as respectivas porcas que são construídas obedecendo uma norma ou padrão para que se encaixem. Ou seja padrões &#8220;standard&#8221; são para ser seguidos.</p>
<p>Por outro lado padrões &#8220;patterns&#8221; são modelos a serem repetidos ou serem usados como guia. Entre estes estão os &#8220;design patterns&#8221;, &#8220;architectural patterns&#8221;, entre outros. Exemplos de &#8220;pattern&#8221; são o reconhecimento de padrões (ou seja reconhecimento de repetições) ou padrões utilizados por exemplo nos azulejos. Ou seja, padrões patterns são algo que se repetem comumente ou podem ser usados como referência.</p>
<p>E antes que você ache que <abbr title="Model View Controller">MVC</abbr>, <abbr title="Representational State Transfer">REST</abbr> são padrões como <abbr title="Hypertext Markup Language">HTML</abbr> e <abbr title="Cascading Style Sheet">CSS</abbr> que devem ser usados (corretamente de preferência), tente descobrir sempre que ler/ouvir sobre um &#8220;padrão&#8221; se ele é um <em>&#8220;standard&#8221;</em> ou um <em>&#8220;pattern&#8221;</em>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mais um desafio do tableless</title>
		<link>http://blog.distopico.org/2008/05/16/mais-um-desafio-do-tableless/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 19:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edgard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[elpi]]></category>
		<category><![CDATA[tableless]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um desafio do site tableless, mas para convites para Porto Alegre. Esse é um pouco mais complicado. Mas vamos lá, o desafio era decifrar essa mensagem. Quando olhei o background pensei que fosse uma mensagem em QR. Depois de um tempo tentando achar uma ferramenta pra decoding de QR para MacOS X, acabei achando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um desafio do site <a href="http://www.tableless.com.br/elpi-poa-ainda-da-tempo">tableless</a>, mas para convites para Porto Alegre. Esse é um pouco mais complicado. Mas vamos lá, o desafio era decifrar essa <a href="http://elcio.com.br/mensagem">mensagem</a>. Quando olhei o background pensei que fosse uma mensagem em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/QR_Code">QR</a>. Depois de um tempo tentando achar uma ferramenta pra decoding de QR para MacOS X, acabei achando essa <a href="http://blog.livedoor.jp/dankogai/archives/50789549.html">ferramenta on-line</a>. Mas não era QR.</p>
<p>Próxima tentativa, vejamos o código, lá tem o seguinte comentário.</p>
<p><code><br />
&lt;!--<br />
 Não, a mensagem não está no código fonte, mas já que você se esforçou um pouquinho, fica aqui uma dica:<br />
 rffn anb r n zrafntrz, n zrafntrz rfgn rz pbqvtb zbefr<br />
--&gt;<br />
</code></p>
<p>Bom, olhando assim dá pra notar que é um código por transposição, a primeira palavra já indica rffn devia ser &#8220;essa&#8221;, &#8220;isso&#8221;, &#8220;erro&#8221;, &#8220;erra&#8221;, primeiro chute foi usar <abbr title="Rotate by 13 places">ROT13</abbr> pra isso o <a href="http://macromates.com/">textmate</a> me quebrou o galho. Mas é algo simples de fazer, segue o código em ruby</p>
<pre class="brush: ruby">
&quot;rffn anb r n zrafntrz, n zrafntrz rfgn rz pbqvtb zbefr&quot;.tr(&#039;a-z&#039;, &#039;n-za-m&#039;)
</pre>
<p>O resultado é:</p>
<p><code>essa nao e a mensagem, a mensagem esta em codigo morse</code></p>
<p>Agora era tentar decodificar a mensagem da <a href="http://elcio.com.br/mensagem/mensagem.gif">imagem</a>. Aumentando o zoom e consultando a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Código_Morse">wikipedia</a>. Consultando a tabela e olhando a imagem, temos &#8220;Vida longa e próspera&#8221;. Mais nerd impossível!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tradução do &quot;How I Explained REST to My Wife&quot;</title>
		<link>http://blog.distopico.org/2008/05/16/traducao-do-how-i-explained-rest-to-my-wife/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 15:57:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edgard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[magritte]]></category>
		<category><![CDATA[rest]]></category>
		<category><![CDATA[uri]]></category>
		<category><![CDATA[url]]></category>

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		<description><![CDATA[Como início da explicação sobre REST resolvi traduzir o How I Explained REST to My Wife um texto antigo (2004), mas muito explicativo. Ainda empolgado como o Gil Giardelli utilizou várias citações clássicas, aqui vai uma pergunta que está no What do HTTP URIs Identify?.
O que a URL &#8220;http://www.vrc.iastate.edu/magritte.gif&#8221; representa?



Um cachimbo.
Não sei o que é, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como início da explicação sobre <abbr title="Representational State Transfer">REST</abbr> resolvi <a href="http://distopico.wordpress.com/traducao-de-how-i-explained-rest-to-my-wife/">traduzir</a> o <a href="http://tomayko.com/writings/rest-to-my-wife">How I Explained REST to My Wife</a> um texto antigo (2004), mas muito explicativo. Ainda empolgado como o <a href="http://gilgiardelli.wordpress.com/">Gil Giardelli</a> utilizou várias citações clássicas, aqui vai uma pergunta que está no <a href="http://www.w3.org/DesignIssues/HTTP-URI.html">What do HTTP URIs Identify?</a>.</p>
<dd>O que a <abbr>URL</abbr> <a href="http://www.vrc.iastate.edu/magritte.gif">&#8220;http://www.vrc.iastate.edu/magritte.gif&#8221;</a> representa?</dd>
<dt>
<img class="aligncenter" src="http://www.vrc.iastate.edu/magritte.gif" alt="A traição da imagem" title="Tradução do &quot;How I Explained REST to My Wife&quot;" /></p>
<ol>
<li>Um cachimbo.</li>
<li>Não sei o que é, mas não é um cachimbo.</li>
<li>Uma contradição.</li>
<li>Uma pintura do Magritte</li>
<li>A fotografia de uma pintura do  Magritte</li>
<li>Uma representação na forma de 341632 bits de uma foto de uma pintura.</li>
<li>4, 5 e 6 estão corretas, mas 1 não.</li>
</ol>
</dt>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O quanto você sabe sobre desenvolvimento Web?</title>
		<link>http://blog.distopico.org/2008/05/16/o-quanto-voce-sabe-sobre-desenvolvimento-web/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 11:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edgard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[get]]></category>
		<category><![CDATA[http]]></category>
		<category><![CDATA[post]]></category>
		<category><![CDATA[rest]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesses últimos dias acabei fazendo uma pesquisa informal com desenvolvedores web de vários níveis, desde quem está iniciando, a quem já trabalha a alguns anos com isso. E o resultado foi o que eu infelizmente esperava, nem todos sabem o básico. Estranho? Acho que não. Antes de continuar pense na resposta para a seguinte pergunta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesses últimos dias acabei fazendo uma pesquisa informal com desenvolvedores web de vários níveis, desde quem está iniciando, a quem já trabalha a alguns anos com isso. E o resultado foi o que eu infelizmente esperava, nem todos sabem o básico. Estranho? Acho que não. Antes de continuar pense na resposta para a seguinte pergunta &#8220;Para que serve no protocolo <abbr title="HyperText Transfer Protocol">HTTP</abbr> os métodos GET e o POST e quais suas diferenças?&#8221;.</p>
<p>As respostas foram as mais variadas, algumas muito boas, melhores até do que a explicação que vou dar a seguir, mas a maioria foi focada nas diferenças, essa sim todo mundo sabe. O GET coloca os parâmetros na <abbr title="Uniform Resource Locator">URL</abbr> da requisição e o POST coloca os parâmetros no corpo da requisição. Exemplificando, quando você envia por um formulário por GET a <abbr title="Uniform Resource Locator">URL</abbr> expõe todos os parâmetros e o POST esconde-os. Ótimo isso é uma das diferença, mas não responde para que serve, pois o GET não serve para passar parâmetros e o POST pra escondê-los. Dos que se arriscaram a dizer para o que servia o POST a maioria respondeu assim: é para tratar submissões de formulários. Nada errado com a reposta, mas não é apenas isso.</p>
<p>Segundo a <abbr title="Request For Comments">rfc</abbr> do <abbr title="HyperText Transfer Protocol">HTTP</abbr> o GET serve para recuperar conteúdo, e o POST para enviar dados a serem processados. Mas não é isso que os formulários fazem? Sim, é. Mas o ponto é que muitos desenvolvedores acabam além de processar os dados exibindo conteúdo na requisição POST. Ou seja utilizando o POST para uma coisa que ele não foi feito para ser usado, a mesma coisa é passar os parâmetros a serem processados por GET. Mas, o que tem de ruim nisso?</p>
<p>Bom, usar uma ferramenta errada para o problema certo é algo certamente ruim. Mas desenvolvedores insistem no lema “Se tudo que você tem é um martelo, trate tudo como se fosse prego”, e acabam martelando muitos parafusos, mesmo tendo uma chave de fenda também. Que é claro, esses mesmo desenvolvedores não vêem que tem. Mas voltando a prática, o problema de exibir informações depois de um POST é que o browser guarda a última requisição para caso você queira fazer um refresh da página. Ou seja mesmo que não tenhamos um formulário na página, o usuário pode acabar reenviando os mesmos dados novamente apenas apertando F5 (ou ⌘+R), e isso logicamente é ruim. Usar GET para passar dados é mais sutil, pois a intenção do GET é ser uma requisição que não tenha efeitos colaterais, ou seja não mudem o estado de uma aplicação. Mas, o que eu ganho com isso? Bom, tem a ver com o fato de o <abbr title="HyperText Transfer Protocol">HTTP</abbr> ser um protocolo sem estado. Mas também tem a ver com a capacidade de você paralelizar sua aplicação, ou seja, rodar eficientemente em vários servidores. Mas para explicar isso é preciso saber o porquê de as linguagens puramente funcionais serem trivialmente paralelizáveis (vou explicar isso em um post futuro, mas se tem curiosidade, procure saber sobre isso, é algo que com toda certeza vale a pena aprender).</p>
<p>E como eu critiquei <a href="http://distopico.wordpress.com/2008/05/08/10˚-encontro-locaweb-tendencias-do-mercado-de-internet/">aqui</a> por fazerem confusão com <abbr title="Representational State Transfer">REST</abbr>, que tem tudo a ver com métodos <abbr title="HyperText Transfer Protocol">HTTP</abbr>, os próximos posts vão ser sobre isso, afim de explicar este padrão arquitetural. Que não é tão complicado, é só pensar na razão de <abbr title="Uniform Resource Locator">URL</abbr> significar &#8220;Uniform Resource Locator&#8221;, ou seja &#8220;Localizador uniforme de recursos&#8221;.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>10˚ Encontro Locaweb &#8211; Novas plataformas para um novo marketing</title>
		<link>http://blog.distopico.org/2008/05/15/10%cb%9a-encontro-locaweb-novas-plataformas-para-um-novo-marketing/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2008 01:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edgard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[ag2]]></category>
		<category><![CDATA[elpi]]></category>

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		<description><![CDATA[A última palestra, foi sobre marketing, que não é a minha praia, mas achei interessante. Pelo menos conheci o trabalho da AG2, e vi que existe gente pensando na web realmente como uma nova mídia, que necessita de novas técnicas, métodos, etc.
Como não podia deixar de ser, essa foi uma palestra muito boa (alguém já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A última palestra, foi sobre marketing, que não é a minha praia, mas achei interessante. Pelo menos conheci o trabalho da <a href="http://www.ag2.com.br">AG2</a>, e vi que existe gente pensando na web realmente como uma nova mídia, que necessita de novas técnicas, métodos, etc.</p>
<p>Como não podia deixar de ser, essa foi uma palestra muito boa (alguém já viu alguma palestra de marketeiros serem ruins?). Mas o melhor de tudo é que não valeu só pela palestra, mas sim pelas novas idéias para o marketing on-line e pela percepção da diferença entre o mundo web e o mundo real.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>10˚ Encontro Locaweb &#8211; WWW x WWD &#8211; A internet inteligente</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2008 01:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edgard</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar de fugir um pouco do título da palestra, tenho que admitir, essa palestra foi algo que eu não esperava. O Gil Giardelli começou a falar, e no começo achei que ia ser uma maluquice só, pois ele citou Satre, David Lynch e vários outros filósofos e artistas menos conhecidos. Mas me enganei, ele conseguiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de fugir um pouco do título da palestra, tenho que admitir, essa palestra foi algo que eu não esperava. O <a href="http://gilgiardelli.wordpress.com/">Gil Giardelli</a> começou a falar, e no começo achei que ia ser uma maluquice só, pois ele citou Satre, David Lynch e vários outros filósofos e artistas menos conhecidos. Mas me enganei, ele conseguiu no meio de toda a loucura de suas referências (leia um livro do Satre ou assista um filme do Lynch pra você entender) mostrar que o Brasil, infelizmente, tirando alguns poucos sites/serviços ficou pra trás na web 2.0. Lógico, não no aspecto tecnológico, com interfaces ricas, AJAX, etc. Mas na questão das idéias, ou será que temos no Brasil sites/sistemas que exploram a folksonomia? Ou o forte senso de comunidade on-line para fins mais interessantes? Existe alguém explorando a colabaração humana aqui no Brasil?</p>
<p>A resposta é, sim existem, mas apenas poucos. Muito pouco, e temos todo o potencial para fazermos bonito na web 2.0, existe povo mais colaborativo do que o brasileiro? A criatividade então nem se fala …</p>
<p>Algumas coisas que foram ditas na palestras estão meio fora da realidade brasileira, mas em questão de idéias, deu pra ver que estamos muito atrás ainda. Mas temos todo o potencial para fazermos uma verdadeira revolução.</p>
<p>Se eu fosse falar da paletra inteira ficaria um post muito grande, porém podem ter certeza que esta palestra ainda vai render alguns posts futuros aqui no blog.</p>
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		<title>10˚ Encontro Locaweb &#8211; Desenvolva seus negócios com soluções do Google</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2008 01:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edgard</dc:creator>
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		<category><![CDATA[elpi]]></category>
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		<description><![CDATA[Ao contrário da palestra da Microsoft que fugiu completamente do padrão de apresentação da empresa, a palestra do Google foi, como sempre, uma palestra do Google. Desde a estrutura da palestra, passando pela apresentação da empresa, o fato da missão ser citada ao longo de toda a palestra, etc. Mas uma das coisas que eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário da palestra da <a href="http://www.microsoft.com">Microsoft</a> que fugiu completamente do padrão de apresentação da empresa, a palestra do <a href="http://www.google.com">Google</a> foi, como sempre, uma palestra do <a href="http://www.google.com">Google</a>. Desde a estrutura da palestra, passando pela apresentação da empresa, o fato da missão ser citada ao longo de toda a palestra, etc. Mas uma das coisas que eu mais admiro neles, é o fato de se manterem coerentes com sua missão, e mais, eles agregam valor a marca. O <a href="http://www.google.com">Google</a> sabe usar a seu favor algo que muitos dos que trabalham com informática não dão o devido valor. Eles valorizam o trabalho de outras áreas. Existem várias razões para eu citar isso, mas uma foi que na apresentação, eles manteram a identidade visual da marca. Ou seja quando você assistia a apresentação, mas do que o logo indicando que era uma apresentação do <a href="http://www.google.com">Google</a>, você via as mesmas características visual dos serviços, o tom de azul era o mesmo, o fio cinza para destacar, as mesmas fontes, o mesmo tom de laranja, o uso do cinza ao invés do preto e provavelmente mais outras coisas que não notei, pois não é a minha área. Mas qualquer um notou que aquela palestra era do <a href="http://www.google.com">Google</a>, esse era o objetivo, algo que nesse encontro apenas a <a href="http://www.ag2.com.br/">AG2</a> também se preocupou (afinal esse é um dos trabalhos deles).</p>
<p>A palestra em si, foi sobre os serviços, como funcionam, para mim nada de novidade, só para não deixar de citar o assunto da vez do encontro, também falaram de Cloud Computing (mais sobre o que o <a href="http://www.google.com">Google</a> faz com isso do que sobre a idéia em si). No fim, foi como eu esperava, foi uma típica apresentação do <a href="http://www.google.com">Google</a>.</p>
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		<title>10˚ Encontro Locaweb &#8211; &quot;Fator Uau&quot;</title>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 00:37:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edgard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[elpi]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa foi a palestra da Microsoft, sinceramente, espera mais. Pra começar o título não dizia nada, não dava pra saber sobre o que era. Até ai tudo bem, mas mesmo depois do final da palestra eu não sei do que se tratava ela.
Foi uma palestra toda confusa, que o palestrante nem se deu ao trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa foi a palestra da <a href="http://microsoft.com">Microsoft</a>, sinceramente, espera mais. Pra começar o título não dizia nada, não dava pra saber sobre o que era. Até ai tudo bem, mas mesmo depois do final da palestra eu não sei do que se tratava ela.</p>
<p>Foi uma palestra toda confusa, que o palestrante nem se deu ao trabalho de preparar. Pra quem assiste uma palestra, ou aula, ou alguma coisa do gênero, fique atento, pois quando alguém faz como esse palestrante é que não se preparou. O que ele fez foi ficar falando superficialmente de vários tópicos, sempre dizendo &#8220;Vou falar disso melhor depois&#8221;, após vários &#8220;depois&#8221; ele acabou não falando nada e conseguiu estourar o tempo. Nota, eu sei que isso é uma característica de quem não se preparou, pois infelizmente eu já fiz isso. E isso acontece pela falta de uma sequência lógica na sua cabeça antes de começar a falar ou apresentar. Detalhe, ele falou do <a href="https://accountservices.passport.net/ppnetworkhome.srf">Live ID</a>, que o <a href="http://www.terra.com.br">terra</a> estava usando, mas não conseguiu mostrar, só pra completar o vexame.</p>
<p>Lamentavelmente acabei vendo no que o visual studio se tornou, uma confusão só, que mais complica do que auxilia o desenvolvedor. Nessa hora me ocorreu a epifania, uma das coisas que eu tinha lido lido no <a href="http://gettingreal.37signals.com/">Getting Real</a> e tinha discordado era sobre ao planejar um sistema, faça as escolhas ao invés de deixá-las para o usuário. Ao ver o próprio funcionário da <a href="http://microsoft.com">Microsoft</a> se enrolar para aumentar a fonte, eu percebi o quanto eu gosto do emacs e do <a href="http://macromates.com/">textmate</a>, por falar nisso preciso arranjar uma grana pra pagar a licensa, pois o período de trial tá acabando.</p>
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